João Carlos Cunha Dergan, conhecido como Carlos Dergan, é um bailarino, coreógrafo, professor e pesquisador brasileiro, natural de Belém, no Pará. Professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), sua atuação está relacionada à dança, à formação artística e à pesquisa em artes .

Em reportagem de 2025, O Liberal destacou sua trajetória de mais de três décadas na dança e sua atuação em projetos de formação artística e inclusão social. Dergan também desenvolve produção relacionada à participação de pessoas com deficiência nas artes .

Trajetória artística Em 2024, Carlos Dergan apresentou a obra coreográfica Santo Preto – São Benedito, criada com Gaby Albuquerque, na programação cultural da 76ª Reunião Anual da SBPC, realizada no Theatro da Paz, em Belém . Segundo O Liberal, o espetáculo propôs discussões sobre raça, identidade, igualdade e presença de diferentes corpos no balé.

Em 2025, Carlos Dergan participou como artista convidado do projeto Entre Arte e Acesso, realizado pelo Itaú Cultural, em São Paulo. No evento, apresentou Angá Yby, performance criada e dirigida por ele. A participação foi objeto de cobertura de O Liberal e do portal cultural Uruá-Tapera. O portal Uruá-Tapera também registrou a apresentação e identificou Dergan como professor da Escola de Teatro e Dança da UFPA, coreógrafo e performer.

Atuação acadêmica Dergan atua na Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará. Em 2020, O Liberal o identificou como vice-diretor da unidade ao noticiar a criação do curso superior de Direção Teatral da UFPA. Na ocasião, Dergan participou da apresentação pública da proposta de formação em Artes Cênicas da instituição .

É mestre em Artes pela Universidade Federal do Pará. Sua dissertação, Vozes sapatilhas: narrativas orais de professores de balé clássico, o revelar de suas trajetórias pedagógicas, foi defendida em 2013 e investiga trajetórias e experiências pedagógicas de professores de balé clássico .

Em reportagem publicada por O Liberal, Dergan aparece como pesquisador e coordenador de atividade formativa na ETD-UFPA dedicada às contribuições das tradições ancestrais africanas para a dança e as artes cênicas .

Projetos culturais e extensão Entre suas iniciativas está Atravessando a Maresia: o conhecimento dança se faz presente, realizado em comunidades de Mosqueiro, Cotijuba e Outeiro, em Belém. Segundo O Liberal e Roma News, o projeto oferece oficinas de carimbó, marujada, lundum e dança de salão, e foi idealizado por Carlos Dergan.

Em 2024, coordenou atividades do Seminário Integrado de Dança Memórias em Movimento, que reuniu artistas e profissionais da dança e promoveu homenagens a trajetórias históricas da dança no Pará. A cobertura de O Liberal destacou sua participação na coordenação e suas declarações sobre preservação e reconhecimento de artistas da dança no estado.

No campo da curadoria cultural, participou do documentário Doces no Tabuleiro, dirigido por Júnior Clever, dedicado à tradição dos doces de tabuleiro de Vigia de Nazaré. A TV Cultura do Pará identificou Dergan como pesquisador em memória cultural na Amazônia e curador do projeto. O documentário teve pré-estreia no campus da Universidade do Estado do Pará, em Vigia, lançamento no Museu de Vigia e posterior exibição pela TV Cultura do Pará .