é um filme dramático alemão mudo de 1926, dirigido por Georg Wilhelm Pabst.
Enredo Martin Fellman, um ilustre professor, tem pesadelos que o levam a acreditar que está enlouquecendo. Fellman teme estar prestes a assassinar sua esposa, que o ama profundamente. Para ajudá-lo a lidar com suas psicoses, ele contrata o Dr. Orth, um psiquiatra.
Elenco
Werner Krauss como Martin Fellman como Seine Frau como Die Mutter Jack Trevor como Erich como Dr. Orth (comoPawel Pawloff) Hertha von Walther como Fellmans como Dienstmädchen Colin Ross como Kriminalkommissar Lili Damita (não-creditado)
Produção Hans Neumann, produtor do filme, era um fervoroso adepto das teorias de Sigmund Freud e tentou convencer Freud a participar da produção do filme. Como Freud não respondeu, Neumann contratou Karl Abraham, um colaborador próximo de Freud, como consultor do projeto, para ajudá-lo a realizar o filme mais psicologicamente realista possível.
O filme foi rodado entre setembro e novembro de 1925, e estreou em Berlim em 24 de março de 1926.
Recepção Com base em análises retrospectivas, , na revista britânica , afirmou que o filme se divide em “aproximadamente três partes desiguais”, comentando que “a primeira e melhor, combinando sutileza psicológica e efeito dramático marcante da maneira que viria a se tornar a marca registrada de Pabst, é a sequência de abertura”, ao mesmo tempo em que classificou a sequência final do filme como uma “sequência final verdadeiramente hedionda, um final feliz forçado”. Milne concluiu que o filme mostra Pabst “engajado em um teste para a abordagem muito mais integrada do inconsciente e de suas aberrações, que se concretizou em , e Die Büchse der Pandora".
Troy Howarth comentou em seu livro Tome of Terror: Horror Films of the Silent Era que o filme era “um thriller psicológico razoavelmente envolvente” e que “Krauss é muito velho para o papel, o que exige que o espectador acredite que ele é casado com uma namorada de infância facilmente 20 anos mais nova do que ele”.
Luiz Antônio Orocchio, para o jornal O Estado de S. Paulo, classificou o filme como "belo" e anotou que "o filme, [é] um soberbo estudo em preto e branco sobre os mistérios da psique humana, procura ser tão rigoroso quanto possível ao abordar um caso de obsessão e fobia.
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