A antropologia interpretativista ou antropologia simbólica é uma vertente da antropologia que entende a cultura como uma teia de significados contruída pelos próprios seres humanos. E portanto, não sendo algo que está sujeito a tendências e regras fixas, desse modo, buscando não saber as exatas causas e razões por trás de fenômenos sociais mas sim de buscar intepretar e descobrir seus significados.

Possui como principal contribuinte histórico o antropólogo Clifford Geertz, que apresentou maiormente o conceito em sua obra literária A interpretação das culturas (1973), Geertz entende a antropologia em uma visão influenciada pelo intelectual Max Weber, que visava compreender o sentido que cada pessoa dá a sua conduta e não por instituições sociais, Geertz convergiu essa linha de pensamento para a antropologia.

Obras essenciais A antropologia simbólica foi estudada e abordada em várias obras científicas ao longo do mundo, com ênfase em livros fundamentais escritos entre as décadas de 1960 e 1980. Destacam-se como obras importantes para essa corrente teórica:

Clifford Geertz: The Interpretation of Cultures (1973) Clifford Geertz: Local Knowledge (1983) Clifford Geertz: Work and Lives (1988) Victor Turner: The Forest of Symbols (1967) Victor Turner: The Ritual Process (1969) Mary Douglas: Purity and Danger (1966) Marshall Sahlins: Islands of History (1985)

Outras obras importantes

Sherry Ortner: Is Female to Male as Nature Is to Culture? (1974) James A. Boon: The Anthropological Romance of Bali (1977) Paul Rabinow: Reflections on Fieldwork in Morocco (1977) Roberto DaMatta: Carnavais, Malandros e Heróis (1979) Vincent Crapanzano: Tuhami: Portrait of a Moroccan (1980) James Clifford e George Marcus: Writing Culture: The Poetics and Politics of Ethnography (1986)

Ver também

Estruturalismo Antropologia Clifford Geertz

Referências

Categoria:Antropologia