Pfaffia rupestris é uma espécie vegetal endêmica de Minas Gerais, ocorrendo no cerrado. Pertence à família Amaranthaceae.
Taxonomia e descrição Foi originalmente descrita em 2008 por Maria Salete Marchioretto, Silvia Tersinha Sfoggia Miotto e Josafá Carlos de Siqueira. A localidade tipo é o município de Rio Pardo de Minas, na estrada Serranópolis-Rio Pardo, Serra de Poções. O holótipo foi coletado em 1998. O epíteto "rupestris" tem relação com seu hábito de vida, ocorrendo entre rochas, em campos rupestres.
A espécie se diferencia das demais espécies do gênero Pfaffia por ser extremamente foliosa, tendo ramos com folhas muito pequenas (com aproximadamente 0,5 a 1 cm de comprimento e apenas 1 a 2 mm de largura). Em termos de filotaxia, suas folhas são opostas e verticiladas, enquanto as demais espécies do gênero tem folhas apenas opostas. Tem inflorescência do tipo capituliforme.
Distribuição Tem ocorrência confirmada no sudeste brasileiro, especialmente em Minas Gerais, em altitudes entre 620 e 755 metros. É restrita à província do cerrado, com padrão de endemismo pontual.
O Royal Botanic Gardens aponta ocorrência também no estado de São Paulo.